13 nov 2019

13 meses em 12: como gerir o caixa no fim de ano

13 meses em 12: como gerir o caixa no fim de ano

Fim de ano chega e com ele o 13° salário! Ahhhh, o 13°.

O décimo terceiro é um momento feliz para os sortudos trabalhadores assalariados brasileiros. Afinal, trabalhar 12 meses e ganhar 13 salários é uma ótima notícia! Mas, ao mesmo tempo, esse salário extra é um problema gigante para o empreendedor brasileiro.

Um grande momento de mudança na vida de um empreendedor é a decisão de contratar o primeiro funcionário. Dificuldades não faltam: achar uma pessoa qualificada; oferecer um salário justo e atraente; criar um ambiente de trabalho agradável. Mas a parte mais difícil talvez sejam os benefícios, não a toa chamados de encargos.

Antes de entrar nessa discussão, vamos dar um passo atrás, queríamos compartilhar alguns detalhes sobre ter funcionários no Brasil:

Primeiro, todo mundo recebe 13.3 salários por ano. Começa pelo direito a 1 mês de férias para cada 12 meses trabalhados. Ah, as férias! Nada como sair da rotina e descansar o corpo e a mente com a família. De preferência em um lugar paradisíaco!

Para a empresa, significa pagar o adicional de férias de 30%, além de ficar sem o funcionário durante um tempo. Além das férias, o décimo terceiro também entra na conta de salário anual. Dinheiro para comprar presente de natal e pagar IPTU/IPVA em Janeiro. Somando tudo: 12 + 1 + 0.3 = 13.3 salários/ano. Se você oferece um salário de 2.400 reais/mês para um funcionário, na verdade está pagando 2.660 reais.

Segundo, a empresa tem diversos encargos a pagar para funcionários que no final aumenta em cerca de 80% o custo total. FGTS, 8%. INSS, 8%-11%. Plano de saúde. Vale-alimentação e refeição. Vale-creche. Etc. Esses benefícios não saem de graça e acabam encarecendo a folha salarial das empresas.

Terceiro, para cada 10 vagas que precisam ser preenchidas, 11 funcionários precisam ser contratados. Isso cobre licença médica, maternidade e paternidade e férias. Pagar mais um funcionário significa repetir todos os cálculos acima para mais uma pessoa. 

E o empreendedor? Ele está do outro lado desses gastos.

O problema: quando ele vende 10 produtos por 10 reais, ele recebe 100 reais (no máximo uma gorjeta). Esse descasamento entre o que se recebe e o que se paga cria uma dificuldade na gestão do negócio da empresa. E o fim de ano torna essa dificuldade quase um impeditivo para empreender.

Não adianta fugir, esses gastos chegam. Não é uma questão de se vai acontecer, é uma questão do que fazer quando acontecer. Existem vários caminhos. A empresa pode ter um movimento bom de Natal e fim de ano e usar esse dinheiro extra para pagar essas despesas inesperadas. Outras empresas não têm tanta sorte e acabam precisando usar dinheiro externo. O empreendedor pode colocar mais dinheiro na empresa ou pode pedir ajuda a outras soluções de capital de giro.

É aqui que empresas como a Biz podem ajudar. Com uma solução de capital de giro que espalha os custos de fim de ano ao longo de até 24 parcelas, o fluxo de caixa fica mais estável e o dia-a-dia da empresa corre melhor. Os juros normalmente compensam perder negócios por não poder contratar vendedores ou comprar estoque. Temos um post sobre isso aqui no Papo Biz, veja aqui.

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