16 mar 2017

4 dicas para fazer planejamentos orçamentários em tempos de crise

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4 dicas para fazer planejamentos orçamentários em tempos de crise

Quando as empresas se veem diante de um cenário econômico instável, é importante que um preparo prévio para essa difícil vivência já tenha sido estruturado de forma organizada. Parte desse esforço está nos planejamentos orçamentários, que objetivam manter o lucro em um patamar aceitável, enxugando despesas e revendo ações.

As tomadas de decisão mais eficazes em momentos de crise passam pela necessária orientação dos gestores para que consigam guiar as equipes de forma racional. Isso inclui problematizar os pontos nebulosos da rotina produtiva que podem estar comprometendo a saúde financeira do negócio.

No post de hoje, daremos 4 dicas para você fazer planejamentos orçamentários em tempos de crise. Vamos lá?

1. Conceber ações de planejamento

O passo inicial é saber em quais etapas o planejamento orçamentário será dividido para uma maior eficácia. Separando receitas e despesas, é possível ter uma projeção de quais serão as necessidades a médio e longo prazo e de como a situação atual das contas está sendo percebida.

2. Estabelecer níveis de ação

É importante que se conheça as projeções para o segmento de mercado ao qual pertence a empresa, além de metas e objetivos de longo prazo que exponham uma preocupação com o amadurecimento do negócio. Pensar esse nível estratégico de ação ajudará em uma avaliação geral que traga aos gestores uma visão ampla da situação.

No nível tático, cada setor da empresa será investigado para encontrar falhas de convergência e gargalos que estejam impedindo a fluidez dos processos. Custos e investimentos devem ser trabalhados, lembrando que cada área interna possui suas particularidades.

É preciso entender que o setor financeiro terá destaque na abordagem de números e produção de relatórios que deixem ver como cada setor entrega valor ao negócio e contribui para a produção interna.

Finalmente o nível operacional dará conta das situações cotidianas, como o controle do estoque e outras funções mais burocráticas, o que colocará em xeque as rotinas nas quais a empresa perde dinheiro e nas quais uma maior integração entre sistemas poderia ser útil.

3. Definir prioridades

Se a previsão é de uma forte instabilidade no fluxo de caixa, com perda de receita significativa, a hora é de colocar prioridades com a colaboração da equipe. Se há necessidade de um corte emergencial de gastos, é preciso começar por definir onde mais recursos estão sendo gastos e quais podem ser retirados sem maiores danos.

Por vezes, alguns setores necessitam desburocratizar seus processos, promovendo uma maior integração de ideias e fazendo uso de diversos mecanismos de planejamento com os quais dinheiro e tempo são economizados de forma simultânea.

4. Automatizar processos

Para uma economia de recursos inteligente, recomenda-se a utilização da tecnologia como aliada constante. Já existem softwares de monitoramento eletrônico das finanças, o que será decisivo em planejamentos orçamentários realistas.

Com o trabalho mais dinâmico de controle das receitas e despesas, sobrará tempo para investir na proposição de uma cultura organizacional financeiramente saudável. Para isso, os gestores devem estar cientes da importância da transparência como forma de engajamento dos colaboradores por um negócio mais rentável.

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