Como calcular como fazer NFCE

Entenda as diferenças entre NFC-E e NF-E

postado em: Finanças, Gestão | 0

Quando se faz parte do universo do empreendedorismo, ou mesmo quando se pretende imergir nele, facilmente nos deparamos com siglas que mais parecem ter saído de um livro de administração. Esses anagramas incompreensíveis nos deixam confusos, mas com esse artigo, pretendemos esclarecer algumas coisas. Saiba aqui as diferenças entre Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica e Nota Fiscal Eletrônica.
Ambos documentos são bem parecidos, porém se diferem mais quanto a suas funções. As similaridades são principalmente em sua emissão eletrônica e natureza fiscal. Tanto a NFC-e quanto a NF-e são gerados por um software online.
Após a emissão, são transmitidos à Secretaria da Fazenda (SEFAZ), onde são validados. Esse processo tem uma segurança a mais: o Certificado Digital. Ele evita que ocorram problemas ou fraudes fiscais e te protege de possíveis atos de má fé.

 

MAS QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS?

Já vimos aí em cima no que elas são parecidas, mas agora vamos falar no que são diferentes. Falaremos um pouco a respeito das duas, juntamente com alguns outros elementos que podem te ajudar na compreensão geral.
Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica, ou, NFC-e é utilizada para registrar as transações comerciais realizadas entre o consumidor final e uma empresa. Ela vem para substituir o documento emitido pela impressora de cupom fiscal nas lojas físicas. A fim de possibilitar uma maior automatização e um maior controle fiscal sobre os comércios, esse documento só entrou em vigor recentemente. Essa geralmente é emitida em operações de varejo, por exemplo, ou mesmo alguns serviços prestados por MEIs, MEs e afins.
Nota Fiscal Eletrônica é um documento emitido e armazenado eletronicamente. A NF-e, portanto, deve ser usada em situações de compra e venda, devolução de produto, transferência, exportação, importação e muitas outras.
Podemos considera-la a substituição das Notas Fiscais comuns que antes do advento da internet, obrigavam as pessoas jurídicas a ter um formulário aprovado pela SEFAZ e pré-imprimir o documento numa gráfica. Em resumo, uma fusão das variadas e antigas notas fiscais necessárias para o processamento dessas transações.

 

DIFERENTES, PORÉM CONCATENADOS

Documentos indispensáveis a vida de qualquer empreendimento, as notas fiscais expostas acima adotam conceitos similares. É extremamente importante seguir todo o passo a passo exigido pelo governo, a fim de não ter problemas com o fisco ou com o SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos). Esse sistema pode parecer novo aos empreendedores de longa data, mas na verdade, é apenas um substituto ao antigo ECF (Emissores de Cupons Fiscais). O sistema, assim como o ECF, é responsável por documentar todos os arquivos referentes às operações de comércio. Além disso, os dois modelos podem ser consultados através de um documento auxiliar chamado DANFE (NF-e) e DANFE-NFC (NFC-e). Porém, os dois não servem como uma nota fiscal e sim para consultar e confirmar a existência do documento. A conferência pode ser feita por uma chave de acesso impresso no papel. Ela pode ser feita através do Ambiente nacional (RFB) ou do site da SEFAZ na internet. 
A diferença desta vez é que, por se situar numa plataforma eletrônica, tudo tem um caminhar mais fluido, rápido e seguro. O custo dos equipamentos atuais também se mostra bem mais inferior ao antigo.

Sustentabilidade financeira: entenda o que é e como alcançá-la

 

O QUE É NECESSÁRIO PARA EMITIR NF-e e NFC-e?

A emissão das NFC-e e NF-e seguem mesmos padrões e regras, sendo necessário para sua efetivação, possuir um Certificado Digital, além de um CNPJ e uma conexão com a internet. Como um todo, tanto uma quanto a outra visam um maior controle tributário por parte de nosso Governo. Elas também são responsáveis por reduzir os custos e centralizar a atividade de emitir os cupons fiscais.

  • Estar com a inscrição estadual regular;
  •  Desenvolver ou adquirir um software emissor de NFC-e;
  •  Possuir certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte;
  •  Estar credenciado na SEFAZ (permissão para emissão);
  •  Possuir Código de Segurança do Contribuinte – CSC (token), fornecido pela SEFAZ no ato do credenciamento espontâneo, ou quando se tratar de credenciamento de ofício ser gerado pelo contribuinte no Portal NFC-e (www.fazenda.rj.gov.br/nfce) na opção “Manutenção CSC. 

 

QUAIS DOCUMENTOS A PODERÃO SER SUBSTITUÍDOS PELA NFC-e?

A NFC-e substitui:

  • A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2;
  • O Cupom Fiscal emitido por ECF.

 

O QUE É A NFS-e?

Diferente das duas acima expostas, essa é a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica. Esse é o documento que substitui a antiga nota conhecida como Declaração de Serviço e está relacionada às transações de ISS (que é o Imposto Sobre Serviços), devendo conter códigos únicos à esse modelo e que são fornecidos pela prefeitura do local de atuação. Essa nota é necessária para serviços prestados e sua vantagem é a possibilidade de cancelamento, pelo fato de ser diferente de transações de produtos, serviços podem ser revistos, refeitos e desconsiderados. Portanto, explica-se esse seu diferencial. A emissão é de total responsabilidade dos prestadores de serviços sujeitos ao Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN)
Fique atento: Nessa modalidade de nota fiscal é extremamente importante que você documente e arquive em dois formatos, tudo por pelo menos 5 anos. Essa obrigação é por questões tanto tributárias quanto do consumidor, então, mantenha sua documentação sempre em dia! 

Entenda de uma vez por todas como utilizar o Facebook para o marketing da sua empresa

 

A CONECTIVIDADE DOS EMPREENDIMENTOS

Os sistemas têm ficado cada vez mais complexos e específicos, mas seus usos mais práticos e rápidos. Os empreendimentos têm maior necessidade do uso da internet e dependem imensamente de sua conectividade para funcionar perfeitamente.

Atualmente, é importante que os estabelecimentos comerciais estejam conectados à internet, seja para a emissão das notas fiscais, ou para receber pagamentos de cartão de crédito (principalmente com o avanço do PagSeguro no mercado brasileiro).
Portanto, lembre-se: estar em conformidade com o fisco está ficando mais fácil e rápido. Sem a necessidade do equipamento de cupom fiscal, é possível imprimir as notas em impressoras comuns aos consumidores. Outro ponto importante é que empresas que tem mais de uma sede, não precisam mais de uma autorização do SEFAZ para cada uma delas emitir notas. Isso faz com que as outras sedes possam replicar o sistema homologando cada software. 
Com menos burocracia e dificuldades, as operações de venda podem ser automaticamente enviadas ao Governo, tornando tudo muito mais prático.

Você sabe como unificar ou consolidar uma dívida? Clique aqui e leia mais sobre

ATUALIZE-SE!

Alguns estados ainda exigem a ECF, mas a tendência é que isso mude gradativamente, avançando rumo às notas eletrônicas e sua adoção nacional. Em seu estado a ECF ainda é exigida? Você já sabia esses detalhes que passamos aqui acima?
Já faz uso da documentação eletrônica? Conta mais pra gente sobre como isso ajudou o seu empreendimento e se existiu alguma dificuldade na transição. Ficamos no aguardo de seu feedback

 

E aí, gostou das dicas deste artigo? Nós, da BizCapital, estamos aqui para ajudar empresários que desejam ver o seu negócio decolar! Para conferir outras dicas sobre o mundo do empreendedorismo, siga as nossas redes sociais: Facebook, LinkedIn e Instagram.

Conheça melhor a nossa empresa pelo site www.bizcapital.com.br e para solicitar um empréstimo sem garantias de maneira rápida e fácil, acesse: direto.bizcap.com.br 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *