18 jun 2020

Open Banking: o que é e por que ele é bom para o meu negócio?

Open Banking: o que é e por que ele é bom para o meu negócio?

O Open Banking torna a vida financeira de uma pessoa muito mais simples. As informações bancárias sempre foram muito concentradas. Mas, com essa abertura bancária, os usuários poderão “levar” seus dados para onde quiserem. Quer saber mais? Veja nosso artigo!

Ser um dinossauro quando tudo é digital e descomplicado é inaceitável. As pessoas querem comodidade e facilidade. Ninguém quer mais perder tempo para resolver nada. Mas, você pode estar se perguntando: o que isso tem a ver com o termo Open Banking

Bom, o que já te respondemos logo de cara é que uma coisa tem tudo a ver com a outra. Afinal, você como cliente de um determinado banco, quer ter a liberdade de adquirir produtos e serviços de outras instituições financeiras, certo? Ainda, sem ter a dor de cabeça de pensar como fazer para o seu banco se comunicar com uma determinada empresa sem que isso gere qualquer ônus a você.

Por isso, esse conceito de Open Banking é tão importante e faz parte dessa grande transformação digital que o mundo vive há tempos. As fintechs já chegaram para modernizar de um modo geral o universo financeiro, seja com bancos digitais, meios de pagamentos, empréstimo para empresas, empréstimos pessoais ou crowdfunding, por exemplo. Não importa a modalidade, elas estão transformando o cenário financeiro. E todas essas mudanças não param por aí, com a abertura bancária será possível movimentar muito mais.

O que significa Open Banking?

A base do Open Banking está na premissa de que os dados pertencem aos usuários. Isso quer dizer que se você autorizar a utilização das suas informações, esses dados devem ser disponibilizados para que você possa ter acesso a outros produtos e serviços que forem mais convenientes às suas necessidades, sem que você esteja “amarrado” em um só lugar.

As Instituições financeiras são conhecidas por terem um modelo de funcionamento em que todos os serviços e produtos são criados e gerenciados internamente. Esse modelo dá ao banco total controle sobre cada aspecto das suas operações. Com o open banking, esse modelo é aberto e o cliente pode escolher qual a melhor opção de serviço para ele, sem estar atrelado exclusivamente aos serviços financeiros locais. Por meio de integrações, bancos, ferramentas, empresas, correspondentes bancários e muitos outros poderão “conversar” entre si e esses dados poderão circular dando toda a liberdade que o consumidor precisa para facilitar a sua vida financeira e resolver suas maiores necessidades.

Objetivo do Open Banking

O objetivo do Open Banking é desenvolver sistemas integrados, que facilitem o controle e a transferência de informações de dados, histórico, contas, empréstimos, etc. Todo o tipo de produto e serviço oferecido pelos bancos seria integrado de maneira a evitar processos complicados e demorados. 

O mais importante é entender que com essa abertura bancária, você teria o poder de decisão sobre o que, como, quando e onde usar um produto ou serviço financeiro.

Pode parecer que com o Open Banking as informações dos clientes ficarão soltas e desprotegidas. No entanto, os bancos e instituições financeiras ainda serão responsáveis pela proteção de dados sigilosos. Aliás, a proteção aos dados é um tema muito importante e claro que está sendo levado em consideração nesse assunto.

No dia 24/04/2019, o Banco Central divulgou as diretrizes fundamentais que vão orientar a regulamentação do Open Banking no Brasil. São medidas que seguem a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) com o objetivo de regular o modelo e assegurar a eficiência das instituições financeiras, de pagamento e demais instituições em compliance também com as regras do BACEN.

O que é LGPD?

LGPD é a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais (Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), sancionada pelo então presidente Michel Temer.

Ela regulamenta o tratamento que é dado às informações de pessoas colhidas por parte de empresas, especialmente na internet, via formulários. Desde a coleta até a classificação, o processamento, o armazenamento, e principalmente a utilização e a transferência.

Entre outras disposições, proíbe qualquer empresa de transmitir esses dados sem consentimento expresso dos titulares. Ao registrar qualquer informação de clientes, portanto, toda empresa terá que se sujeitar à LGPD.

O texto começa a valer em agosto de 2020, dando um prazo de dois anos para readequação.

Como o Open Banking beneficia o meu negócio?

A liberdade de escolha para o produto ou serviço financeiro que melhor atende o seu negócio é o principal ponto em questão e o grande benefício é priorizar o consumidor. Então, em quais momentos você pode ser beneficiado pelo Open Banking?

Os produtos financeiros vão poder ser fornecidos em diversas plataformas, que podem, por exemplo, ser especializadas em um único tipo de produto, como seguros ou empréstimos, e oferecer diversas opções que poderão atender diferentes necessidades das empresas.

Outro grande facilitador dessa abertura bancária é que ela também permitirá que o cliente consolide todas as informações financeiras de diferentes bancos em uma única plataforma, facilitando o controle e a sua organização das informações. 

Outra vantagem do Open Banking é que o cliente poderá dar acesso aos seus extratos bancários, por exemplo, para que uma fintech analise e comprove o faturamento da empresa. Assim, podendo obter melhores condições na hora de tomar um crédito.


E não para por aí, a iniciativa possibilitará também benefícios relacionados aos meios de pagamento, uma vez que os empreendimentos poderão utilizar seus recebíveis de cartão de crédito como garantia na obtenção de um crédito, como no caso do crédito fumaça.

Ou seja, o Open Banking veio para transformar o mercado financeiro, dando mais liberdade para o usuário.

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